Os meus seguidores.

quinta-feira, 22 de Maio de 2014

NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration)

NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional) é uma organização pertencente ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos da América que estuda assuntos relacionados com meteorologia, oceanos, atmosfera e clima, conduzindo pesquisas para melhorar a compreensão do meio ambiente, exploração e desenvolvimento para o uso inteligente de recursos marinhos
Esta administração está dividida em sub departamentos com competências próprias nas suas áreas de intervenção:
Deixo aqui dois filmes para aguçar o apetite mas existe neste site um mundo enorme para explorar.
A não perder!

Fiquem bem!

domingo, 23 de Fevereiro de 2014

Onda gigante da Nazaré.

Este filme, lançado pelo Instituto hidrográfico da Marinha, explica de uma forma fantástica, o processo de formação das ondas gigantes da Nazaré.
Não percam!


Fiquem bem!

quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

A melhor definição de governo!

Olá!
Recebi esta imagem no meu mail. Não sei quem é o autor mas de fato, é o melhor retrato do que é um governo.
Deleitem-se.


Um abraço.
Fiquem bem!

sexta-feira, 16 de Agosto de 2013

Vingança consumada…

…com um novo record pessoal.
Olá!
Conforme estava prometido no final do post anterior, a vingança foi consumada com um contundente 3-1.
Dois dias depois, eu e o “El Carbonara” voltamos à carga para mais uma jornada de pesca.
Noite calma, sem vento e com alguma neblina, águas claras, ondulação de cerca de 1,5m e muita vontade de sacar uns bicharocos. Estavam reunidas todas as condições para uma noitada em grande.
O local escolhido apresentava vários spots que prometiam. mas, apenas no mais distante de todos é que a magia se desenrolou.
Cerca de uma hora depois do início da contenda, ferro o primeiro peixe que veio a pesar 2,200 kg. Começava bem. A grade já estava safa. Imediatamente chamo o RC para o spot e, evidentemente, mantivemo-nos no local. Mais alguns lançamentos e nada. -Será que fugiram?!!! Troco de amostra, para uma com as mesmas características mas consideravelmente maior e imediatamente depois ferro o segundo da noite. As cabeçadas e o cantar do carreto indiciaram logo algum de bom. Junto à pedra, mesmo antes de o conseguir colocar a seco, o robalo fica entalado entre dois calhaus. A ajuda do Paulo foi preciosa. O seu grip trouxe-me a tranquilidade e o descanso necessários. Mais um e bem maior. 3,700 kg. (2-0)
Empresto uma amostra igual ao meu parceiro e continuamos a faina. A alegria estava estampada nas nossas caras. Mesmo a perder, El Carbonara mostrava satisfação pela pescaria. Este é outra maravilha da pesca, quando a amizade se sobrepõe a qualquer pescaria.
Este é outra maravilha da pesca, quando a amizade se sobrepõe a qualquer pescaria.

Mais alguns lançamentos e nada. Nem mais um toque. Por norma, costumo mudar frequentemente de amostra quando estou a pescar e não há resultados. Chego mesmo a experimentar tudo o que levo à cintura. Superfície, meia água, fundo, vinis, zagaias, dinamite, c4…. Estava chegado esse momento de variar. Viro-me para o Paulo e, faço o seguinte comentário: -”Agora é que eu vou ver se o teaser do Matos (quem é que ainda não conhece?!) dá provas.” Um lançamento para experimentar e perceber o fundo. Recuperação lenta e pequenos toques de ponteira faziam-me sentir cada pedra que se apresentava no percurso ao longo do caneiro. Novo lançamento, nova recuperação e toques de ponteira e……. zássssssss. A emoção total. Um safanão medonho e o carreto novamente a cantar. Tão afinadinho que estava. Parecia um menino de coro. O peixe, esse, levava linha a seu belo prazer. Aperto ligeiramente o drag e começo a recuperação. A meu pedido, mais uma vez, o Paulo coloca-se a postos com o seu grip. –“Epá, nunca tive um peixe assim. De certeza que é o meu record.” Mesmo sem o ver e sem o ter já sabia que era grande. Só tinha que o tirar. Pouco depois era meu. 4,300Kg já eram aqui do menino. Se já estávamos contentes, calculem agora. O abraço ao Paulo sai espontâneo.



Com 3-0 no lombo, continuamos a pescaria. Novamente não se passava nada. Meia hora, uma hora… nada. –“Vamos embora?! Acabou.”, comenta o Paulo. –“Perdeste a fé?! Ficamos mais um pouco”, retorqui. Entretanto começa a maré a encher e meter água novamente no pesqueiro. Podia ser que entrassem e que houvesse mais alguma alegria. Assim foi. Com a amostra que lhe tinha emprestado, o RC ainda fez o gosto ao dedo. Ferra um robalo com cerca de 2kg que lhe veio a salvar a grade e a minimizar a derrota. Daqui para a frente mais nada. Cinco da manhã era uma boa hora para voltar para casa. No percurso até ao carro paramos apenas para fazer algumas fotos para a posteridade.
Um abraço.

Fiquem bem!

quarta-feira, 14 de Agosto de 2013

Robalos à "La Carbonara"

Olá, novamente!
Agora por terras da Ericeira, combinei uma pescaria com os mestres robaleiros de Santa Cruz, Nuno Sousa e Paulo Robalos de Carbono. Este último, agora, por mim batizado de “Le Carbonara”. Ficam prometidas umas amêndoas pela Páscoa.
À chamada só esteve presente “le Carbonara” pois o Nuno tinha trabalho e como se sabe… o dever chama.
Numa noite com vento calmo, águas lusas, ondas de 1,5m e lua a crescer para quarto, o mestre Carbonara conseguiu enganar estes três robalotes em meio palmo de água.
Sem qualquer vergonha e respeito por quem o convidou infringiu-me uma tareia de 3-0, levando-me repensar as minhas amizades e companhias de pesca…
Fica a promessa de uma vingança. Como diriam os brasileiros “me aguarda, vai”.

Um abraço para o RC.



Fiquem bem!

sábado, 10 de Agosto de 2013

Estava escrito

Olá!
Passados os primeiros dez dias de férias, quase todos com diretas no corpo, estava a chegar a hora de partir para outro local da nossa costa atlântica.
Neste dia de manhã, após limpar e arrumar todo o material para organizar a partida do dia seguinte, digo para mim mesmo que a última noite era para descansar. Uma noite inteira sem qualquer toque nem captura, o mar um pouco mais levantado e o cansaço acumulado no corpo faziam-me pensar assim. Estava decidido. “Hoje, NÃO HÁ PESCA”.
A meio da tarde toca o meu telemóvel. No outro lado da linha, um amigo. Pescador viciado tanto ou mais do que eu. Talvez mais! Decididamente mais!
Nas suas palavras, “vamos pescar hoje à noite?!”, senti aquela vontade que nos corre nas veias e que nos faz fervilhar o sangue quando estamos com o desejo exacerbado de apanhar um peixe. Evidentemente, não o podia deixar pendurado. Tinha que lhe fazer companhia. “Ok, vamos a eles.”
Sinceramente, a vontade era nenhuma. Desligo o telefone e comento com a família: “só vou à pesca para este desgraçado não ir sozinho. Não me apetece nada…”
Às duas horas da manhã, hora combinada e possível da partida, arrancamos para a praia. Qual praia? Não interessava. Uma qualquer. Nem o local estava decidido.
Face às múltiplas hipóteses que se deparavam, propus um spot onde quatro ou cinco dias antes tinha tirado um robalo com 2 kg. Chegámos, montámos o material e zarpamos pela areia. Meia hora depois o primeiro robalo foi ferrado por mim. Umas boas cabeçadas, o carreto a cantar faziam pressentir um bom exemplar. Pouco depois os 2,800Kg já estavam aos meus pés. Que saudades. Que loucura. E estava para não vir…

A noite animou. Mas animou mesmo. O que se passou a seguir é indescritível. O prazer de sentir que o peixe estava lá e a colaborar fazia-nos esquecer o cansaço e a perder a noção do tempo. A adrenalina era grande como grande foi a pescaria. No final, entre peixe capturado, peixe não ferrado e peixe libertado tínhamos feito onze peixes entre os 1,5kg e os 2,800kg.



Estava escrito que ia ser assim. Só podia estar. Não há outra explicação.
Fiquem bem!

sexta-feira, 9 de Agosto de 2013

De volta às lides!

Olá seguidores, amigos, leitores, pescadores e outros.
Após algum tempo sem colocar nenhum post no meu blog, eis-me de volta. Na verdade, com um inverno tão rigoroso, alguma falta de tempo e também alguma falta de capturas, finalmente consigo juntar algum material de interesse para apresentar neste espaço.

Começo por dar as boas vindas aos seis novos seguidores que entretanto se juntaram a nós. Ao Carmelo Gonzales Ponce, José Cunha, Alexandre, Ricks Reel Adventure, Rosarius e Daniel Lopes, desejo que por aqui vão aparecendo enquanto o desejarem e sentirem prazer nisso.


 Agora de férias, com o tempo a ajudar e com mais disponibilidade para ir à pesca, as capturas surgiram com maior regularidade.
Numa semana (10 dias para dizer a verdade) em que praticamente passei as noites na praia, fui matando o vício com a captura de alguns peixitos. Um num dia, outro no dia seguinte, mais dois noutra noite… Lá iam surgindo e animando as noites. O mais engraçado destas noitadas é que o peixe surgia quase sempre à mesma hora e local e nos livrava da grade. Também em tamanho era muito regular. Parecia peixe calibrado de um qualquer hipermercado. Um peixito entre 1 e 2 kg era quase garantido. Mesmo assim, deu para matar saudades e reviver bons momentos.


Fiquem bem!

domingo, 3 de Março de 2013

Boas vindas.



E continuamos a crescer… Temos, agora, mais quatro seguidores.
Damos, pois, as boas vindas ao Cirilo Yanakiev, Pedro Carlos, Francisco Belo e Salah Aeromec esperando poder contar com a vossa presença e opiniões, enquanto o desejarem e sentirem prazer nisso.



Abraço!
Fiquem bem!

quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

Boas vindas


E continuamos a crescer… Temos, agora, mais quatro seguidores.
Damos, pois, as boas vindas ao Jorge Neves, Jorge Urbano, SALTWATER SPINNING IN ISRAEL e ao Yago Leis, esperando poder contar com a vossa presença e opiniões, enquanto o desejarem e sentirem prazer nisso.
 Abraço!
Fiquem bem!

sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012

Clackin’ crayfish

Olá!
Nas minhas navegações pela net dei de caras com este miminho que me encheu logo as medidas. Naturalmente mais vocacionado para a água doce, julgo que pode vir a fazer, também,  alguns “estragos” na água salgada.
O Dahlberg Clackin’ Crayfish da River2Sea é uma amostra que emita na perfeição um lagostim. Para além de parecer ao olhar um verdadeiro crustáceo, dentro de água apresenta, igualmente,um comportamento muito atrativo.
O Clackin’ Crayfish é construido em duas partes distintas. A cabeça é feita de vinil, sendo a cauda construida em plastico duro, articulado.  É precisamente a sua cauda articulada que lhe confere dentro de água uma aparencia tão realista.







Esta amostra que vos apresento é uma Dahlberg Clackin’ Crayfish 130 pois possui um comprimento de 130mm e um peso de 28g. É do tipo afundante (sinking) e vem munida de um anzol robusto #5. Para além deste modelo existe ainda o modelo 90 com um peso de 17,5g.
Relativamente às cores existentes, podemos optar pelas seguintes: red, brown/red, brown/olive, brown/orange, olive e blue/olive
Podemos pescar com esta amostra de várias maneiras. Tanto na vertical como na horizontal, o seu comportamento é fantástico, conforme poderão confirmar pelo video que vos deixo a seguir.
Apreciem bem as imagens e tirem as vossas conclusões.


A mim, convenceu-me e estou mortinho por a ir experimentar. E sacar um cabeçudo com ela também.
Abraço.
Fiquem bem.