Os meus seguidores.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cirurgia plástica completa.

Já está! Foi concluída com êxito a alteração ao aspecto geral do meu blog. Correu bem e nem foi muito demorada. 
Pessoalmente, julgo que se encontra muito mais agradável ao olhar e que facilita a leitura das mensagens. Tem um aspecto “fresco”, mais propício para a época do ano que se aproxima. Mas, como este blog é para vocês, amigos e seguidores, solicito as vossas opiniões de melhoria de visual. Dentro dos possíveis tentarei satisfazer os vossos gostos.


Cumprimentos a todos!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Mudança de visual.


Caríssimos amigos e seguidores deste espaço. Brevemente irei proceder a uma remodelação do visual deste blog. Se ao entrarem se depararem com o novo aspecto, não se assustem.  É só uma pequena operação plástica. Abraços para todos.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Amostras de pesca #3- Stickbaits (superfície)

Este grupo de amostras tem como princípio o trabalhar na superfície da água simulando uma presa ferida ou perdida. O trabalho produzido pela animação destas amostras chama-se “walking the dog”, em referência ao caminhar desordenado de um cachorro, e consta de uma natação em forma de dentes de serra que leva com que a amostra passe de um lado para o outro do eixo longitudinal de recuperação.
Existem duas famílias de stickbaits: os modelos de manipulação lenta e os modelos de animação rápida.
Os primeiros reconhecem-se pelos seus corpos volumosos e, sobretudo, pela sua baixa flutuação. A amostra, quando na água, assume uma posição praticamente horizontal. Graças a esta posição, conseguem passar por baixo da superfície o que se reveste de uma dupla importância: é possível trabalhar com estas amostras em águas agitadas e procurar o peixe que não vem à superfície alguns centímetros abaixo desta.
Os stickbaits mais rápidos são dotados de um equilíbrio de flutuação mais vertical. Estão mais aptos para chapinharem na superfície da água durante a animação.

Os stickbaits podem ser utilizados em diques, praias, estuários, portos, em águas profundas e em maciços de rochas existentes ao largo. No entanto, as zonas mais propícias são aquelas que não ultrapassam alguns metros (1 a 3 m) entre o fundo e a superfície e que preferencialmente existam zonas de pedra ou zonas forradas com ervas.
As condições a excluir para a utilização dos stickbaits são as águas muito turvas visto que não oferecem ao peixe a visibilidade necessária e os dias de mau tempo que produzem ondas muito fortes. Com excepção destes dois factores negativos devemos tentar sistematicamente a nossa sorte com os stickbaits. As faixas horárias do crepúsculo ou da madrugada são bastante favoráveis para lançarmos as nossas amostras. É possível, também, em pleno dia utilizar estas amostras em zonas com bastante espuma.
A única dificuldade que se apresta a um principiante relaciona-se com animação da amostra. O desenvolvimento do “walking the dog” exige uma habilidade especial, onde o segredo reside na cadência das sequências. Cada amostra possui a sua cadência própria. Em todo o caso, a animação perfeita produz na superfície um traço que imita a ondulação de uma serpente. Devemos praticar bastante com estas amostras até conseguirmos esta forma de natação muito particular.
Boas pescarias!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A minha receita de robalo no forno

Ingredientes:
Um robalo (evidentemente) com +/- 1kg
Uma cebola grande
Bacon fumado
Dente de alho
Vinho branco
Tomate pelado
Louro
Orégãos
Pimenta preta q.b
Sal q.b.
Molho Inglês q.b.
Azeite



Confecção:
Com antecedência, coloque sal no peixe e reserve.
Deite o azeite, a cebola cortada em rodelas finas, o alho e algumas tiras de bacon num tacho e leve ao lume até a cebola ficar mole. Seguidamente adicione o tomate pelado cortado em pequenos pedaços e deixe refogar mais um pouco. Junte meio copo de vinho branco, o louro, o molho inglês, a pimenta e os orégãos e deixe ferver até o tomate estar bem cozido.
Entretanto descasque batatas e corte em pequenos pedaços para assar juntamente com o peixe.
Adicione ao refogado 1 copo de água e as batatas. Deixe as batatas no lume até estarem meias cozidas (esta cozedura serve apenas para que as batatas assem mais rapidamente). Retire o tacho do lume e reserve.
Faça uns golpes no lombo do peixe e preencha-os com mais algumas fatias de bacon. Coloque, igualmente, algumas dessas fatias na barriga e na cabeça do robalo.
Seguidamente disponha as batatas em volta do peixe e regue tudo com a restante calda do refogado, deixando alguma cebola por cima do peixe.

(Prontinho para ir ao forno)


 (Já está!)

Leve ao forno até estar assado.
Sirva, acompanhado de uma salada verde, de um bom vinho e de boa companhia.
Bom apetite e diga-me se gostou.

domingo, 30 de janeiro de 2011

A conta que Deus fez!

Saio de casa por volta das 14.30h a caminho do mar. A viagem ainda é longa mas tinha a informação que o mar estava a prometer. À chegada ao pesqueiro o desânimo apodera-se-me da alma. O vento relativamente forte que se fazia sentir e uma ondulação irregular não estavam de acordo com as minhas expectativas. Paciência, estávamos lá para pescar. Por volta da 16.00h começa a verdadeira actividade. Lançamento aqui, lançamento acolá, fezada mais além. Nada!
Por volta das 19.30h damos por terminada a primeira parte do encontro e efectuamos um intervalo como poucos. Um amigo, havia-me convidado para degustarmos um robalo que lhe tinha calhado em sorte (e saber, claro…) no dia anterior. Uma iguaria, regada com um bom vinho, que não está ao alcance de todos. Para terminar nada melhor que dois pares de horas de sono para retemperarmos forças para a segunda parte do encontro.


Às cinco da manhã de Domingo estamos novamente em acção. O mar havia quebrado um pouco, a ondulação estava mais certa e constante e o vento mal se fazia sentir. Em oposição, o frio era demasiado. Nos automóveis, os termómetros marcavam uns “excelentes” quatro graus. Os dedos das mãos dormentes mal sentiam a linha.
No “spot” escolhido voltamos a esgrimir argumentos com o mar para ver quem ficava com os troféus pretendidos. Ao romper do dia, naquela hora mágica da alvorada, começamos a sentir os primeiros toques e a ferrar os primeiros robalos. Um agora, outro um pouco mais tarde, mais um que se foi embora aos pés… o costume. Ora ganhamos nós, ora ganham eles. No final da contenda, um mês depois da última captura, levo para casa três exemplares, cada um com cerca de 1,2kg. 
No final, cansado mas feliz, agradeço à vida e ao mar estes momentos fantásticos de prazer.
Cana: Shimano Antares MH, 3,oom, acção 15-40
Carreto: Shimano Twinpower 4000 FC
Linha: Power Pro (verde) com baixo de Seaguar Ace 0,37mm
Amostra: Rapala MaxRap 13cm FHC; Dansel Slimma B5