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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Carretos

Carretos, existem muitos. De muitas marcas. De muitos modelos e feitios. Com muita ou pouca tecnologia. São uma peça indispensável para a pesca. Deles depende muitas vezes o sucesso ou o fracasso na captura do peixe. Quem não gosta de os ouvir cantar…zzzzzzzzzzzzzzzz.
Certamente, já todos nós comprámos um. Talvez dois ou três. Talvez mais. Mas quantos de nós já se interrogaram para que servem as inscrições que neles vêm gravadas? O que é o ratio, o TMV, o CRBB, o 3000 ou o 4000…
Vamos tentar clarificar o que são estes parâmetros.


Ratio/recuperação média – o ratio é representado por um número seguido de :1. Significa que esse carreto recupera um determinado número de voltas de fio em redor da bobina a cada volta da manivela. Por exemplo um ratio de 5.3:1 quer dizer que a cada volta da manivela são enroladas 5.3 voltas de fio à bobina.


Tamanho – este parâmetro indica o tamanho do carreto e depende do fabricante. Para o spinning, normalmente utiliza-se um tamanho 3000 se falarmos de um Daiwa ou de um 4000 se falarmos de um Shimano. Outras marcas podem ter outros tamanhos que não andarão longe destes valores.


Capacidade de linha – Normalmente referida nos carretos como line cap. (lbs/yds) ou (m/mm), indica-nos a quantidade de fio que a bobina suporta para uma determinada espessura da linha.


CRBB, HPCR e ARB – Estas nomenclaturas referem-se às características dos rolamentos que o carreto possui.
CRBB (Corrosion Resistant Ball Bearing - Daiwa). Resistência à corrosão dos rolamentos.
HPCR (High Performance Corrosion Resistant – Abu Garcia). Alta performance anticorrosão dos rolamentos.
ARB (Anti Rust Bearing - Shimano). Rolamentos tratados contra a corrosão.

Aero wrap – Esta tecnologia, espeífica da Shimano, enrola a linha uniformemente em pequenas espirais paralelas permitindo que no lançamento a linha saia com o mínimo de fricção.



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cuidado!

A seguinte imagem foi-me enviada para o meu mail.
Impressionou-me pelo estado em que ficou a pobre criatura. Desconhecia por completo este perigo associado à prática do mergulho
Conforme é usual dizer, se conduzir não beba, eu recomendo, se sofre de flatulência não mergulhe.




sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O que é o spinning?

O spinning é uma técnica de pesca com iscos artificiais. Consiste no lançamento e recuperação de diversos tipos de amostras a partir da costa (praias zonas rochosas, portos e estuários, barragens, albufeiras...) ou a partir de barco.
Esta técnica requer que o pescador esteja em constante actividade pois tem que estar continuamente a lançar e a recuperar as amostras esperando que os predadores (Robalos, Corvinas, Bailas, Anchovas…) se lancem a ela desenfreadamente. Tendo em consideração o número de lançamentos que se efectuam em cada jornada de pesca, o tipo de amostra que usamos e a posição em que devemos trabalhar com a cana para que consigamos transmitir a animação às amostras (baixa, o que obriga a um grande trabalho dos pulsos), devemos optar por materiais ligeiros.
No video que apresento a seguir, embora em inglês, conseguimos perceber muito do que atrás foi referido. Também com facilidade notamos o quão divertida pode ser esta pesca.

 

Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=Fh3-A1gsMuM

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O Robalo


Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Moronidae
Género: Dicentrarchus
Espécie: D. labrax

Nome binomial
Dicentrarchus Labrax
Linnaeus, 1758

Dicentrarchus labrax (Linnaeus, 1758) (= Moronelabrax) - n. v. robalo. - Flancos acinzentados sem manchas negras; dorso mais escuro. Diâmetro ocular contido mais de seis vezes no comprimento da cabeça. pode atingir 1 m de comprimento. Litoral, penetrando nos estuários.
Fonte:
SALDANHA, L. (sem data); "Fauna Submarina Atlântica - Portugal Continental, Açores e Madeira", Publicações Europa América