Os meus seguidores.

Mostrar mensagens com a etiqueta Geral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Geral. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Boas vindas.

Desde o primeiro aniversario deste blogue, já se associaram a nós, os mais antigos, três novos elementos.
Conforme diz o ditado “Ano novo, vida nova”, opto agora por dar as boas vindas aos novos membros de uma forma publica. Assim, é com bastante satisfação que ao:


Tasko

Paulo Lourenço

Juan "poper"

lhes desejo as boas vindas, com votos de que este espaço lhes mereça a sua atenção e que tenham o prazer de participar nele regularmente. Desta forma ajudar-me-ão a enriquecer o blogue e a trocar vivências de uma actividade comum que todos apreciamos.
Para todos, o meu abraço!
Fiquem bem!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mar robaleiro...

Após a cirurgia ao carreto, tínhamos que o ir experimentar para verificar se estava a trabalhar a 100% (não é que tivesse qualquer duvida mas… nada como comprovar).
Conforme combinado de véspera, eu, o Raul Mendes, o Kaywox, o Chico e o Ricardo Garcia, arrancamos para a Figueira da Foz às cinco da madrugada cheios de material e de esperança. À chegada, deparamo-nos com um mar fantástico mas que com o passar do tempo nos foi arrefecendo os ânimos e a esperança de capturarmos qualquer peixe.
Como nem só de peixe se goza a pesca, deixo-vos algumas fotos daquele mar maravilhoso.

(Ao longe vislumbrava-se um pequeno grupo de hipopotamos)
(Tresmalhado?!)
Fiquem bem.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Intervenção cirúrgica.

Solicitada há já algum tempo, surgiram agora as condições propícias para a intervenção cirúrgica ao meu carreto twinpower. Com a disponibilidade total do cirurgião procedeu-se à remoção do rolamento da asa do cesto que se encontrava com ferrugem e substituiu-se por um novo. Aproveitamos, também, para realizar uma inspeção geral ao seu mecanismo interno.

(O cirurgião e as ferramentes para a operação)

Apesar do extremo cuidado com que trato este elemento essencial da pesca, pudemos constatar que existiam pequenos focos de corrosão, felizmente sem grande significado, que foram prontamente combatidos. Julgo, no entanto, que estes focos de corrosão se devem a alguns factores que no meu entender podiam de alguma forma ser evitados pelo fabricante: 1º) Aparentemente o carreto não trazia nenhuma proteção de origem contra a corrosão; 2º) Apesar de existir um orifício para a lubrificação interna do carreto através do exterior, o lubrificante não conseguiu atingir a totalidade do mecanismo pelo que algumas peças ficaram sem a proteção desejada; 3º) Existe um orifício na parte superior do carreto por onde entra água; 4º) Existe um segundo orifício na parte inferior do carreto, no local onde encaixa a peça de proteção que é também um local por onde os agentes corrosivos podem penetrar. Se estes fatores puderem ser de alguma forma melhorados ou modificados, este carreto que considero bastante bom atingirá um nível superior.


Por último, quero agradecer publicamente ao Raul Mendes, o cirurgião, a gentileza, a paciência e o cuidado com que tratou do carreto. Não fora terem sobrado algumas peças (eheheheh), consideraria um trabalho profissional. Não sinto, contudo, a falta das mesmas. Trabalha que é um luxo e… já não faz barulho.
Fiquem bem!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

1 ano!



O mAR&ROBALOS está de parabéns. O primeiro ano está completo.
O que inicialmente surgiu como uma pequena aventura, transformou-se gradualmente no prazer de escrever com alguma regularidade sobre o que mais gosto de fazer nos meus tempos livres.
Um ano depois, já tivemos dois “looks” diferentes, editamos 42 posts, tivemos 11.439 visualizações do blog, alcançamos o 10 lugar no Katembe Top.
 Mais importante que isso tudo ganhamos e mantivemos a amizade de vários seguidores que com paciência nos visitaram regularmente e comentaram com civismo, cortesia e alegria as mensagens publicadas (menos a caldeira, eheheheheh). O mar, os robalos e vocês, Zé (Kaywox), Raúl, Ninja Matrix, Matos, Miguel (hiperpesca-aveiro), Rui Estrela, delborges, Leo Jesus, oliveira, Fernando Rodrigues, Sargoliini, NK, Duarte, Nuno Xavier, Jose valle, Capitan Rusty Hook, Rebolo, Pescacintina, roberto coronado, Jose Bile, Pedro Galante, Nelson Silva, masterspin, Rodrigo Zacarias, jpedrouk, João Oliveira, José Pedro cruz, Rui Nunes, David David, Serrabulho, Pedro, Katembe, Helder Serra, Hugo Marques, Maré-Cheia, Romão Machado, João Pinto, Juanrra, são a razão da continuação deste blog. A todos envio o meu abraço de amizade.
Fiquem bem!

domingo, 4 de setembro de 2011

Troca comercial

Hoje, fujo um pouco ao tema principal do meu blog para propor uma troca de produtos à boa maneira da antiguidade. Quem sabe, não estejamos a caminhar novamente para este tipo de comercio…
Possuo uma caldeira da prestigiada marca Roca mas que desejo desfazer-me dela por estar a realizar uma adaptação a novas energias. Não tenho presentes todas as suas características mas julgo ter uma capacidade de 14 ou 16 llitros. Uma coisa sei eu… é bastante pesada. Eheheheh


Venho propor uma troca da caldeira por alguns euros ou então por algumas amostras de pesca. Em meu entender a segunda hipótese torna o negócio muito mais apetecível pela originalidade do mesmo.
Qualquer interessado poderá contactar-me privadamente para o meu endereço electrónico (pedrons@gmail.com).
Fiquem bem.

Mini caldeirada

Desta vez não dei com os robalos. A noite foi rica em variedade mas de tamanho xxs. Feitas as contas pesquei/apanhei um mini safio, um robalote com um palmo (pouco maior que a amostra) e duas tainhas com cerca de um quilograma, cada uma. A casa, cheguei de mãos a abanar como não podia deixar de ser. Apesar de tudo consegui safar a grade. Eheheheh





Fiquem bem.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

1º das férias!

Chegaram as férias. As tão desejadas férias. A altura de pormos em prática o que mais gostamos de fazer e que ao longo do ano não conseguimos por existirem outras prioridades. Eu, evidentemente, não idealizo férias sem pesca. Tem que ser.
Desde os primórdios da minha existência que passo férias na zona da Nazaré. Todos os anos, sem falhar. Gosto desta zona do nosso país. Praias grandes, com grandes areais de perder de vista. Mar azul, verde ou castanho. Ondas pequenas e grandes de cortar a respiração. Existem também, nesta época do ano, algumas características climáticas particulares desta zona. Contrastando com belas manhãs calmas, por vezes com nevoeiros cerrados, surgem as tardes ventosas que amainam ao pôr-do-sol. Nem sempre isto acontece mas é algo comum.

Este ano, segundo tenho ouvido comentar às gentes da região, o mês de Julho tem-se revelado o pior dos últimos setenta anos, no que diz respeito a ventania. Durante vinte e sete dias consecutivos, de manhã à noite, a nortada fez-se sentir com bastante intensidade.
Com estas terríveis condições, a pesca ficou bastante condicionada. Apesar de tudo, o vício falava mais alto. Com vento ou sem vento, sempre que o mar permitia, eu estava lá. Não sei se pelo vento ou por qualquer outra razão, os robalos têm andado fugidos das minhas amostras. Consegui, apenas, enganar um pequeno robalote pouco maior que a maxrap 17. Este, depois de se deixar fotografar e de realizar algumas filmagens para a posteridade, acabou por ser libertado em perfeitas condições. Levava um recado para os membros mais velhos da família. Prometeu que não se esqueceria de o transmitir. Eu, por sinal, confio nele. Confio também que o tempo vai melhorar. Se nada disto acontecer, paciência. Não me vou aborrecer. Nada me fará aborrecer. Mesmo nada, porque estou de férias.
Fiquem bem e…boas férias!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Dança a dois tempos.

Sem esperar, surgiu-me pela frente a possibilidade de realizar um fim-de-semana prolongado. Assim que consegui confirmar a disponibilidade de sexta-feira e de verificar que o tempo e o mar também estavam de feição surgiu-me em mente uma só ideia. Pesca e mais pesca. No intervalo, pesca outra vez.
O cenário escolhido na madrugada de sexta-feira estava idílico. Um mar bonito, com uma cor esverdeada e uma ondulação de cerca de um metro. À minha frente, a compor o cenário encontravam-se alguns pesqueiros ladeados por três ou quatro barcos de pesca (o que apesar de tudo considero um bom sinal).


Com tudo a conjugar-se na perfeição, nesta manhã, não consegui ferrar nenhum robalo. Talvez não estivessem lá ou talvez a aselhice seja muita. Voltei para casa com a imagem do local gravada na cabeça. Um só pensamento persistia: “eles têm que lá andar”.
Como o fim-de-semana estava destinado para a pesca, voltei ao local nessa mesma noite. O mar havia caído um pouco e o vento nem se fazia sentir. O local idílico da madrugada assim continuava. Agora com uma nova envolvente. Um céu estrelado onde volta meia volta pingava uma estrela cadente. Sem a luz da lua nem de qualquer outro tipo (a não ser umas pequenas lanternas que esporadicamente luziam pelo areal fora) o céu revelava todo o seu esplendor.
Após realizar alguma prospecção com diferentes amostras opto por colocar na ponta do meu multifilar uma mostra que até hoje nunca me tinha dado nenhuma alegria. Inclusivamente, nos primórdios deste blogue a havia colocado no grupo das amostras do meu descontentamento.(link)
Meia dúzia de lançamento e aí estava o drag do carreto a cantarolar aquela musiquinha que tanto desejamos. Meia dúzia de cabeçadas e alguns metros de fio levados em corrida denunciavam quem se encontrava preso à Maria Angel Kiss. Pouco tempo depois o robalo encontrava-se finalmente encalhado no areal. Já era meu.


A faina continuou, agora cerca de um quilómetro mais a norte deste local. Alguns lançamentos que não resultaram em captura, a vazante da maré que deixou o pesqueiro praticamente sem água levaram-me a decidir mudar de sítio. Desta vez com uma maxrap de cor azul a cantilena repetiu-se. O segundo exemplar, um pouco menor que o primeiro, não resistiu ao charme da amostra e revelou-se impotente para consumar a fuga. O resto da história é sobejamente conhecido.

Algum tempo depois, com o nascer do sol e sem mais nenhum toque dei por finda a minha jornada. Na noite de Domingo ainda voltei ao local mas sem resultados práticos. Para mim, a pescaria do fim-de-semana estava concluída. Agora, só já penso na próxima.
Fiquem bem.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Porto Côvo!

Organizado pelo Oceano Ibérico (OI – www.oceanoiberico.com), realizou-se nos dias 28 e 29 de Maio em Porto Côvo um encontro de pesca de águas interiores e mar.
Considerando esta, uma das zonas mais bonitas do país e ainda por cima uma excelente zona de pesca, eu e o José Almeida (Kaywox) fizemo-nos à estrada e rumámos até ao litoral alentejano.
Após uma longa viagem, apenas com um interregno em Lisboa para fazermos um pouco de street fishing ao robalo, chegámos ao local combinado por volta das seis da manhã. Com encontro marcado entre todos os participantes, oriundos de quase todas as zonas do país, para as oito, aproveitámos as duas horinhas que nos restaram para dormir um bocadinho e para tirar algumas fotos da alvorada alentejana.

A manhã de Sábado foi preenchida com um concurso de pesca ao achigã na barragem de Morgavel. Embora pequenos, conseguiram-se enganar alguns peixitos que depois de fotografados foram prontamente devolvidos ao seu ambiente em perfeitas condições. Esta era uma condição imprescindível para se poder participar neste concurso. Qualquer equipa que não respeitasse esta regra seria prontamente desqualificada. Evidentemente, todas as equipas terminaram o concurso. Bom sinal.
Após o concurso dirigimo-nos até Porto Côvo onde almoçamos um excelente choco frito com arroz de tomate e uma bela feijoada de búzios. O resto do dia foi preenchido livremente por cada um, optando nós por dar uma volta pelas praias já que o tempo que se fazia sentir a isso convidava. À noite, depois de alojados na Herdade, um local calmo e com gentes simpáticas, jantámos no restaurante dessa mesma herdade. Posso adiantar que a caldeirada estava um luxo!
Domingo de manhã, o concurso de pesca realizou-se desta vez em água salgada. O objectivo primordial era a captura de robalos, embora fosse igualmente permitida a captura de outras espécies. Num cenário paradisíaco, as rochas ficaram cobertas de pescadores cheios de fé que lançavam e recolhiam insistentemente as suas amostras. Os robalos, esses, fintaram-nos e poucos conseguiram alcançar o seu troféu. Apesar de tudo, tivemos uma manhã fantástica de convívio e de pesca.
Após o almoço, era tempo de arrumar a trouxa e fazermo-nos de novo à estrada. Para trás ficava um excelente fim-de-semana, em locais bonitos com gentes afáveis e de boa camaradagem. Quando lá voltarei, não sei, pois a distância é grande e a despesa da viagem também. A saudade, essa, já me bate à porta. Restam-me as fotografias para minorar a mágoa. Com vocês, partilho algumas delas.


Fiquem bem!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pesca na Páscoa


Aí estavam eles, os tão almejados dias de descanso na Páscoa. Muitos planos foram feitos e, como não podia deixar de ser, a pesca tinha que estar incluída. Infelizmente, o tempo não quis ajudar e por essa razão alguns deles não puderam ser concretizados.
Rumei em direcção à Ericeira onde costumo passar parte das minhas férias. Essa terra onde “o mar é mais azul” continua linda como sempre.
Quanto a pescarias, nem vê-los nem senti-los. Apesar do mar me ter oferecido algumas condições minimamente aceitáveis, o peixe não quis marcar a sua presença. Não foi por falta de insistência. Pesquei de manhã, à tarde e à noite. Nada!


Seguidamente dirigi-me mais para Norte, para a zona dos “quintais” do ilustre spinnmaster (http://spinnmaster.blogspot.com). Após um primeiro contacto, combinámos uma almoçarada à beira mar onde falámos de mar, pesca, ambiente e delineámos as nossas estratégias de actuação para os dias seguintes. Acabei, também, por conhecer o igualmente famoso Teixeira (Barba Rija) que, como sabem, anda em marés de êxitos sucessivos.
Combinada a pescaria, local e hora, dirigi-me ao ponto de encontro com o meu cunhado, um recente pescador de borracha e, já todos juntos começámos a deambular pelos areais em busca do santo Labrax. A história da Ericeira para mim repetiu-se mas o “master” e o meu cunhado, Pedro Lebre, conseguiram salvar a grade, tendo capturado um exemplar cada um. Pelas dimensões pequenas, o robalote enganado pelo verde da borracha acabou por ser restituído ao seu meio natural com a recomendação de voltar quando atingisse a maioridade.
A partir deste dia, as condições climatéricas deterioraram-se. O mar levantou, o vento fez uma forte aparição e como resultado a pesca ficou praticamente impossível de se fazer.

Terminaram estes dias de descanso. O trabalho vai recomeçar. A vontade de pescar e a esperança de capturar “aquele” exemplar continuam a crescer em mim. Mais cedo ou mais tarde estarei de volta. Mesmo que seja só para ver o mar e sentir os seus espirros na minha cara.
Fiquem bem!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Fateixas de luxo!

Muito se fala sobre a qualidade das fateixas que usamos nas nossas amostras. Muitas opiniões trocamos sobre as mesmas. As desta marca são melhores por isto, as daquela são melhores por aquilo, as brancas brilham na água, as castanhas passam mais despercebidas…
A foto que abaixo apresento foi-me enviada por um dos meus companheiros de pesca, Rui Estrela que, em casa, ao lavar a amostra após uma jornada de pesca se descuidou e espetou esta beleza no seu dedo. Após o incidente, não lhe restou outra alternativa senão deslocar-se ao centro de saúde para que o “piercing” lhe fosse retirado.


Infelizmente, estes incidentes são muito comuns na pesca e podem estragar-nos uma jornada de pesca. Recomendo, portanto, que pesquem sempre em companhia e que possuam um bom alicate corta arame bem como um pequeno estojo de primeiros socorros apetrechado e onde não falte um desinfectante e alguns pensos rápidos.
Só para terminar, refiro que neste caso esta fateixa pertencia a uma amostra MaxRap da Rapala.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cirurgia plástica completa.

Já está! Foi concluída com êxito a alteração ao aspecto geral do meu blog. Correu bem e nem foi muito demorada. 
Pessoalmente, julgo que se encontra muito mais agradável ao olhar e que facilita a leitura das mensagens. Tem um aspecto “fresco”, mais propício para a época do ano que se aproxima. Mas, como este blog é para vocês, amigos e seguidores, solicito as vossas opiniões de melhoria de visual. Dentro dos possíveis tentarei satisfazer os vossos gostos.


Cumprimentos a todos!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Mudança de visual.


Caríssimos amigos e seguidores deste espaço. Brevemente irei proceder a uma remodelação do visual deste blog. Se ao entrarem se depararem com o novo aspecto, não se assustem.  É só uma pequena operação plástica. Abraços para todos.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O que é o spinning?

O spinning é uma técnica de pesca com iscos artificiais. Consiste no lançamento e recuperação de diversos tipos de amostras a partir da costa (praias zonas rochosas, portos e estuários, barragens, albufeiras...) ou a partir de barco.
Esta técnica requer que o pescador esteja em constante actividade pois tem que estar continuamente a lançar e a recuperar as amostras esperando que os predadores (Robalos, Corvinas, Bailas, Anchovas…) se lancem a ela desenfreadamente. Tendo em consideração o número de lançamentos que se efectuam em cada jornada de pesca, o tipo de amostra que usamos e a posição em que devemos trabalhar com a cana para que consigamos transmitir a animação às amostras (baixa, o que obriga a um grande trabalho dos pulsos), devemos optar por materiais ligeiros.
No video que apresento a seguir, embora em inglês, conseguimos perceber muito do que atrás foi referido. Também com facilidade notamos o quão divertida pode ser esta pesca.

 

Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=Fh3-A1gsMuM

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O Robalo


Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Moronidae
Género: Dicentrarchus
Espécie: D. labrax

Nome binomial
Dicentrarchus Labrax
Linnaeus, 1758

Dicentrarchus labrax (Linnaeus, 1758) (= Moronelabrax) - n. v. robalo. - Flancos acinzentados sem manchas negras; dorso mais escuro. Diâmetro ocular contido mais de seis vezes no comprimento da cabeça. pode atingir 1 m de comprimento. Litoral, penetrando nos estuários.
Fonte:
SALDANHA, L. (sem data); "Fauna Submarina Atlântica - Portugal Continental, Açores e Madeira", Publicações Europa América